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“A vida não é para levar. É para comer aqui”: o movimento de apoio à restauração que quer dar sabor ao desconfinamento O contexto pandémico que atravessamos foi, e continua a ser, particularmente desafiante para a restauração. Ora, com o progressivo regresso à normalidade, e com a reabertura dos estabelecimentos, o apoio da sociedade portuguesa a este setor revela-se decisivo. É, portanto, tempo de voltar às mesas onde sempre demos mais tempero aos dias e aos momentos de partilha. É isso que defende o movimento que junta a Makro Portugal, a Visa e a TVI. Sob o sugestivo mote “A vida não é para levar. É para comer aqui”, esta iniciativa pretende impulsionar os portugueses a voltarem a sentar-se nos seus restaurantes preferidos, para que estes consigam continuar a sua atividade. Minimizar o impacto da pandemia na restauração “O setor da restauração enfrenta importantes desafios, mas acreditamos que, com a ajuda de todos, vai ter a capacidade de se reinventar e continuar a corresponder às expectativas dos consumidores”, defende Roble Dorronsoro, Head of MS&A da Visa para o Sul da Europa. “A Visa, dando continuidade ao trabalho que tem vindo a fazer para apoiar PMEs em todo o mundo, sabe o quão importante é dotar as empresas de ferramentas e programas que possam ajudar na recuperação económica, como é o caso deste movimento”, remata. De facto, o mais recente inquérito da AHRESP (Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal), divulgado no passado mês de abril, indica que 29% das empresas no setor da restauração ponderam requerer insolvência. Isto porque não conseguem suportar os encargos que decorrem do normal funcionamento da sua atividade, apesar das melhorias sentidas com o avançar do desconfinamento. O documento revela ainda que, desde o início da pandemia, 43% das empresas do setor já foram obrigadas a efetuar despedimentos e 16% reduziram em mais de metade os postos de trabalho. Por sua vez, 8% das empresas assumem que não poderão manter todos os postos até ao final do mês de junho. Perante este difícil enquadramento, David Antunes, CEO da Makro Portugal, reitera a urgência de “chamar a atenção de toda a sociedade para que, juntos, consigamos alavancar este setor e contribuir para a sua recuperação a nível nacional”. Por conseguinte, é este o propósito sobre o qual se alicerça o movimento que nasceu da sinergia entre a grossista, a Visa e a TVI. “É para comer aqui”: memórias temperadas à mesa Na página oficial da iniciativa “A vida não é para levar. É para comer aqui”, pode ler-se: “Vamos puxar a cadeira e voltar a sentar-nos onde sempre nos sentimos em casa”. Este convite endereçado a todos os portugueses sintetiza os objetivos capitais desta campanha: promover o comércio local, partilhar as histórias reais que se multiplicam entre os clientes e os estabelecimentos e reaproximar consumidores, restaurantes e marcas. Mafalda Costa Pereira, Diretora de Comunicação do Grupo Media Capital, relembra que, “nos restaurantes, a cultura e a comida juntam-se à mesa”. A gastronomia é, além de uma parte substancial da nossa identidade nacional, um elemento essencial das memórias afetivas de grande parte da população. A este propósito, David Antunes enfatiza: “Os espaços de hotelaria e restauração são espaços de encontro, de vivências, de troca de experiências. Não servem apenas o propósito de nos servirem uma refeição, são também lugares de partilha, troca e reforço de memórias e afetos”. Por esse motivo, esta iniciativa assume ainda o propósito de promover a partilha de histórias e experiências relacionadas com os restaurantes e os sabores que fazem parte das vidas dos consumidores. Deste modo, os internautas são convidados a partilhar fotografias, vídeos ou histórias nos seus restaurantes de eleição, utilizando para isso o site oficial do movimento ou, nas redes sociais, a hashtag #ParaComerAqui. As vivências mais divertidas e marcantes serão transmitidas em direto na TVI. Comer fora em tempos de COVID-19 No vídeo de divulgação da campanha, protagonizado pelos seus embaixadores Mafalda Castro e Lourenço Ortigão, vemos estas duas caras da TVI a usufruir de uma refeição num restaurante local. Ainda que seja uma imagem familiar, há algumas precauções que não são deixadas ao acaso, como a escolha de uma esplanada ou o distanciamento entre mesas. São, certamente, muitos os portugueses que ainda demonstram alguma resistência relativamente à ideia de voltar aos seus restaurantes prediletos por questões de segurança sanitária. Todavia, importa salientar que, com todas as medidas de segurança acauteladas, como recomendado pelas autoridades de saúde, esta é uma atividade segura. Neste momento, estes estabelecimentos estão obrigados a adotar uma série de normas de limpeza e desinfeção implementadas para reduzir o risco de infeção e assegurar a proteção de clientes e funcionários. Mas este é, na verdade, um encargo que cabe a todos. “É importante que não nos esqueçamos das medidas de segurança e higiene. Essa responsabilidade não é apenas dos restaurantes. Também é nossa, enquanto cidadãos”, afirma o CEO da Makro Portugal. Acrescenta: “Se tivermos todas as precauções, já sobejamente mencionadas, e nos protegermos a nós e aos outros, então acredito que tudo irá correr bem”. Assim, aquando da visita a estes estabelecimentos, há alguns cuidados de que não se deve mesmo prescindir: • fazer reserva de mesa previamente; • higienizar as mãos à entrada e à saída do restaurante; • respeitar a distância entre pessoas de, pelo menos, 2 metros; • evitar tocar em objetos e superfícies desnecessariamente; • cumprir as medidas de etiqueta respiratória; • utilizar máscara quando não se está a consumir. Doses generosas de solidariedade David Antunes acredita que, agora, é importante que a sociedade se una para “ajudar e apoiar todos os braços da economia, fazendo com que ela se torne mais dinâmica, como anteriormente”. O envolvimento da Makro Portugal nesta iniciativa de apoio à restauração é, pois, fruto dessa vontade de contribuir para a rápida recuperação do setor. O CEO refere, no entanto, que o envolvimento da grossista com esta causa já vem de trás: “No momento em que tudo fechou, reagimos rapidamente com ofertas de serviço de consultoria para os nossos clientes e soluções para que os mesmos pudessem adaptar os seus negócios”, recorda. Por sua vez, a Diretora de Comunicação do Grupo Media Capital, casa-mãe da TVI, afirma que a empresa pretende estar, “uma vez mais, ao lado dos portugueses, a apoiar e a contribuir para reanimar o setor da restauração, um setor tão importante na construção das nossas memórias”. O mesmo objetivo é assumido por Roble Dorronsoro, Head of MS&A da Visa para o Sul da Europa, através da missão da Visa para ajudar pequenas e médias empresas a crescer de forma sustentável, num contexto marcado pela transição digital. Um esforço reforçado no último ano, com o propósito de atenuar o impacto da pandemia na atividade destas empresas. Deste alinhamento entre as três entidades emergiu a vontade de sensibilizar a população portuguesa para a importância de apoiar solidariamente a restauração. Neste quadro de crise, o movimento “A vida não é para levar. É para comer aqui” reforça que a união e o empenho de todos é crucial para a urgente recuperação deste setor decisivo para a economia portuguesa.

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“A vida não é para levar. É para comer aqui”: o movimento de apoio à restauração que quer dar sabor ao desconfinamento

“A vida não é para levar. É para comer aqui”: o movimento de apoio à restauração que quer dar sabor ao desconfinamento O contexto pandémico que atravessamos foi, e continua a ser, particularmente desafiante para a restauração. Ora, com o progressivo regresso à normalidade, e com a reabertura dos estabelecimentos, o apoio da sociedade portuguesa a este setor revela-se decisivo. É, portanto, tempo de voltar às mesas onde sempre demos mais tempero aos dias e aos momentos de partilha. É isso que defende o movimento que junta a Makro Portugal, a Visa e a TVI. Sob o sugestivo mote “A vida não é para levar. É para comer aqui”, esta iniciativa pretende impulsionar os portugueses a voltarem a sentar-se nos seus restaurantes preferidos, para que estes consigam continuar a sua atividade. Minimizar o impacto da pandemia na restauração “O setor da restauração enfrenta importantes desafios, mas acreditamos que, com a ajuda de todos, vai ter a capacidade de se reinventar e continuar a corresponder às expectativas dos consumidores”, defende Roble Dorronsoro, Head of MS&A da Visa para o Sul da Europa. “A Visa, dando continuidade ao trabalho que tem vindo a fazer para apoiar PMEs em todo o mundo, sabe o quão importante é dotar as empresas de ferramentas e programas que possam ajudar na recuperação económica, como é o caso deste movimento”, remata. De facto, o mais recente inquérito da AHRESP (Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal), divulgado no passado mês de abril, indica que 29% das empresas no setor da restauração ponderam requerer insolvência. Isto porque não conseguem suportar os encargos que decorrem do normal funcionamento da sua atividade, apesar das melhorias sentidas com o avançar do desconfinamento. O documento revela ainda que, desde o início da pandemia, 43% das empresas do setor já foram obrigadas a efetuar despedimentos e 16% reduziram em mais de metade os postos de trabalho. Por sua vez, 8% das empresas assumem que não poderão manter todos os postos até ao final do mês de junho. Perante este difícil enquadramento, David Antunes, CEO da Makro Portugal, reitera a urgência de “chamar a atenção de toda a sociedade para que, juntos, consigamos alavancar este setor e contribuir para a sua recuperação a nível nacional”. Por conseguinte, é este o propósito sobre o qual se alicerça o movimento que nasceu da sinergia entre a grossista, a Visa e a TVI. “É para comer aqui”: memórias temperadas à mesa Na página oficial da iniciativa “A vida não é para levar. É para comer aqui”, pode ler-se: “Vamos puxar a cadeira e voltar a sentar-nos onde sempre nos sentimos em casa”. Este convite endereçado a todos os portugueses sintetiza os objetivos capitais desta campanha: promover o comércio local, partilhar as histórias reais que se multiplicam entre os clientes e os estabelecimentos e reaproximar consumidores, restaurantes e marcas. Mafalda Costa Pereira, Diretora de Comunicação do Grupo Media Capital, relembra que, “nos restaurantes, a cultura e a comida juntam-se à mesa”. A gastronomia é, além de uma parte substancial da nossa identidade nacional, um elemento essencial das memórias afetivas de grande parte da população. A este propósito, David Antunes enfatiza: “Os espaços de hotelaria e restauração são espaços de encontro, de vivências, de troca de experiências. Não servem apenas o propósito de nos servirem uma refeição, são também lugares de partilha, troca e reforço de memórias e afetos”. Por esse motivo, esta iniciativa assume ainda o propósito de promover a partilha de histórias e experiências relacionadas com os restaurantes e os sabores que fazem parte das vidas dos consumidores. Deste modo, os internautas são convidados a partilhar fotografias, vídeos ou histórias nos seus restaurantes de eleição, utilizando para isso o site oficial do movimento ou, nas redes sociais, a hashtag #ParaComerAqui. As vivências mais divertidas e marcantes serão transmitidas em direto na TVI. Comer fora em tempos de COVID-19 No vídeo de divulgação da campanha, protagonizado pelos seus embaixadores Mafalda Castro e Lourenço Ortigão, vemos estas duas caras da TVI a usufruir de uma refeição num restaurante local. Ainda que seja uma imagem familiar, há algumas precauções que não são deixadas ao acaso, como a escolha de uma esplanada ou o distanciamento entre mesas. São, certamente, muitos os portugueses que ainda demonstram alguma resistência relativamente à ideia de voltar aos seus restaurantes prediletos por questões de segurança sanitária. Todavia, importa salientar que, com todas as medidas de segurança acauteladas, como recomendado pelas autoridades de saúde, esta é uma atividade segura. Neste momento, estes estabelecimentos estão obrigados a adotar uma série de normas de limpeza e desinfeção implementadas para reduzir o risco de infeção e assegurar a proteção de clientes e funcionários. Mas este é, na verdade, um encargo que cabe a todos. “É importante que não nos esqueçamos das medidas de segurança e higiene. Essa responsabilidade não é apenas dos restaurantes. Também é nossa, enquanto cidadãos”, afirma o CEO da Makro Portugal. Acrescenta: “Se tivermos todas as precauções, já sobejamente mencionadas, e nos protegermos a nós e aos outros, então acredito que tudo irá correr bem”. Assim, aquando da visita a estes estabelecimentos, há alguns cuidados de que não se deve mesmo prescindir: • fazer reserva de mesa previamente; • higienizar as mãos à entrada e à saída do restaurante; • respeitar a distância entre pessoas de, pelo menos, 2 metros; • evitar tocar em objetos e superfícies desnecessariamente; • cumprir as medidas de etiqueta respiratória; • utilizar máscara quando não se está a consumir. Doses generosas de solidariedade David Antunes acredita que, agora, é importante que a sociedade se una para “ajudar e apoiar todos os braços da economia, fazendo com que ela se torne mais dinâmica, como anteriormente”. O envolvimento da Makro Portugal nesta iniciativa de apoio à restauração é, pois, fruto dessa vontade de contribuir para a rápida recuperação do setor. O CEO refere, no entanto, que o envolvimento da grossista com esta causa já vem de trás: “No momento em que tudo fechou, reagimos rapidamente com ofertas de serviço de consultoria para os nossos clientes e soluções para que os mesmos pudessem adaptar os seus negócios”, recorda. Por sua vez, a Diretora de Comunicação do Grupo Media Capital, casa-mãe da TVI, afirma que a empresa pretende estar, “uma vez mais, ao lado dos portugueses, a apoiar e a contribuir para reanimar o setor da restauração, um setor tão importante na construção das nossas memórias”. O mesmo objetivo é assumido por Roble Dorronsoro, Head of MS&A da Visa para o Sul da Europa, através da missão da Visa para ajudar pequenas e médias empresas a crescer de forma sustentável, num contexto marcado pela transição digital. Um esforço reforçado no último ano, com o propósito de atenuar o impacto da pandemia na atividade destas empresas. Deste alinhamento entre as três entidades emergiu a vontade de sensibilizar a população portuguesa para a importância de apoiar solidariamente a restauração. Neste quadro de crise, o movimento “A vida não é para levar. É para comer aqui” reforça que a união e o empenho de todos é crucial para a urgente recuperação deste setor decisivo para a economia portuguesa.